quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Faculdade de Direito da USP recebe novas pichações

A antiga Faculdade de Direito do Largo São Francisco está apresentando a primeira intervenção artístico-contemporânea-urbana em sua fachada desde a restauração do edifício em 2006. Os traços em tinta spray preta feitas por artista desconhecido mostram a angústia reprimida do cidadão diante da brevidade da vida.


O curador da exposição, João Granfino Calotas, informou que em breve novos artistas serão convidados a instalarem suas obras no prédio. "É uma forma de valorizar ainda mais esta região nobre da cidade, que atrai milhares de turistas todos os anos", explicou.


Turistas interessados em conhecer a nova mostra de arte urbana no Largo São Francisco não precisam se preocupar com hospedagem. O próprio prédio da academia de Direito oferece serviço de albergue e banheiros públicos gratuitos aos turistas que visitam a região.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Casais de telejornal

Foi-se o tempo em que telejornais eram apresentados por locutores sisudos e de voz grave, como Cid Moreira e Sérgio Chapelin imortalizaram à frente do Jornal Nacional. Duplas de homens tornaram-se raras, assim como rara ficou a presença de simples locutores. Os jornalistas tomaram frente às câmeras e, na maior parte das vezes, em casais. O mais conhecido deles hoje, William Bonner e Fátima Bernardes.

Mas com a saída de Fátima Bernardes (49) da companhia do marido William Bonner (48) para a entrada de Patricia Poeta (35), o Jornal Nacional, principal noticiário da televisão brasileira, para de apostar na tradicional fórmula do "casal 20", consagrada por Leila Cordeiro e Eliakim Araújo, e adota um outro esquema, o do "jornalista veterano e grisalho" fazendo par com a "jornalista jovem e bonita".

Não acredita? Então vejamos alguns exemplos:

Celso Freitas (58) e Ana Paula Padrão (46), no Jornal da Record

Joseval Peixoto (73) e Rachel Scheherazade (37), no SBT Brasil

William Waack (59) e Christiane Pelajo (40), no Jornal da Globo

Hermano Henning (66) e Analice Nicolau (34), no Jornal do SBT Manhã

Não satisfeita em apenas repetir a fórmula, a Bandeirantes colocou dois jornalistas mais velhos em vez de apenas um, com Ricardo Boechat (59), Joelmir Beting (75) e Ticiana Villas Boas (31), no Jornal da Band

Com esse tipo de composição nas bancadas, as emissoras de TV tentam aliar talento e experiência para formar um equilíbrio perfeito no que é mais precioso no jornalismo: a credibilidade.

Lembra de mais algum casal desse tipo? Comente.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O famoso quem

Certamente quase todo mundo já assistiu e riu bastante com uma apresentação do saudoso humorista José Vasconcellos no Programa do Jô, quando ele interpreta a esquete do treinador de futebol que não consegue explicar seu esquema tático por causa dos nomes de seus jogadores. "Quem é o lateral?", perguntam-lhe. "Isso mesmo, quem é o lateral", responde o comediante, para gargalhada geral.



Essa performance hilária ganhou muitos fãs após a morte do genial José Vasconcellos. Mas o que poucos sabem é que esse texto não é dele. É um clássico da comédia americana, oriunda dos palcos de vaudeville, e tornou-se célebre na interpretação de Abbott e Costello, duas lendas para os sobrinhos do Tio Sam e para os amantes da comédia.

Na versão original do texto, é um técnico de beisebol que está tentando dizer o nome dos jogadores, a começar pelo atleta da primeira base. Daí a frase "who's on first?" (quem está na primeira?), que batizou esse roteiro como "Who's on First Routine"

O próprio José Vasconcellos, cidadão do mundo, conhecedor do humorismo em diversos idiomas, numa entrevista concedida ao site Anjos do Picadeiro, em 2008, relembra como essa esquete chegou às suas mãos:

Sérgio - ...você inclusive fez que abriu uma versão do “Who’s on first”, não foi? Daquele... “quem está na primeira base”? Só que você passou para o futebol... isso é teu, é de quem isso?

Zé Vasconcelos - Isso é de um comediante americano. Aliás, ele me deu de presente esse número. Ele escreveu esse número e me deu de presente. “Quem é o lateral? Não sei. Esse é o Orlando. Quem é o Orlando? Não, quem é o lateral, não sei...”

Sérgio - Era no baseball, né?

Zé Vasconcelos - Era, era. Tudo que foi feito... era uma coisa fantástica.

Veja, clicando aqui, como era o texto imortalizado por Abbott e Costello. Ou assista o vídeo, abaixo:



Vamos escalar os times?

A equipe de beisebol:
Primeira base - Who
Segunda base - What
Terceira base - I Don't Know
Campista esquerdo - Why
Campista central - Because
Arremessador - Tomorrow
Receptador - Today
Interbases - I Don't Give a Darn

O time de futebol:
Lateral - Quem
Armador - Não Sei
Centroavante - Qual
Atacante - Naturalmente
Artilheiro - Porque

Ontem, Hoje e Amanhã também compõem o time, mas não se sabe suas posições. Bulhufas foi barrado do time titular.

E em inglês as piadas ficam até mais engraçadas, porque a frase "quem é o lateral" fica "who's on first", gerando um trocadilho com nomes de pessoas. Um dos momentos de maior êxtase linguístico ocorreu quando o jogador chinês Chin-Lung Hu, ao rebater uma bola, conseguiu conquistar a primeira base, atuando pelo Los Angeles Dodgers, na temporada de 2007. O narrador do estádio invocou a torcida. Em português, teria dito: "Ok, pessoal, todos juntos comigo: quem está na primeira!" (Hu is on first!)

domingo, 17 de julho de 2011

Fecham-se as cortinas


O Teatro Imprensa, administrado por Cintia Abravanel há 17 anos, que integra o Centro Cultural Grupo Silvio Santos, vai encerrar suas atividades dia 31 de julho.

Inaugurado em 1988, com capacidade para 500 espectadores, tinha como um dos seus pontos fortes as peças infantis adaptadas da literatura, como O Reino das Águas Claras, O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, O Poeta e as Andorinhas e Pinóquio, que foram vistas por meio milhão de crianças.

A produtora Cintia, primogênita de Silvio Santos, desenvolvia um projeto premiado de apresentações gratuitas para escolas públicas que levava 15 mil estudantes por semestre para assistir às peças. Além disso, havia peças cuja entrada era uma lata de leite em pó, encaminhada a entidades assistenciais e outros projetos culturais, segundo informações do site do CCGSS:

O Projeto Literatura no Teatro valoriza a literatura e incentiva a leitura de obras literárias com as múltiplas possibilidades educacionais e culturais do teatro; une o compromisso artístico ao educacional, a iniciativa privada e o governo com http://www.blogger.com/img/blank.gifações concretas para despertar o prazer da leitura, do teatro, estimular a cultura e valorizar o conhecimento possibilitando a inclusão sócio-cultural de crianças e de adolescentes de baixa renda.

O projeto No Princípio era Ação é mais uma iniciativa artístico-educacional do CCGSS. Acreditamos que a linguagem rica e lúdica do teatro pode tornar a educação um ato ainda mais prazeroso, ampliando os horizontes dos educadores em suas ações com seus alunos em sala de aula. Em nossas oficinas, os educadores participantes têm a oportunidade de contar e recontar uma narrativa clássica centrados na “ação” dramática do teatro.

O projeto Vitrine Cultural une arte e ação social, por meio da apresentação ao público de espetáculos que primam pela qualidade, pelo valor artístico e pela relevância cultural em troca de doações e oferecido a preços populares. Ao mesmo tempo que o público prestigia a arte, participa de uma ação social.


Atualmente estavam em cartaz, entre outras montagens, 12 Homens e Uma Sentença (ganhador do prêmio APCA/2010 de Melhor espetáculo), que encerrará as atividades do Teatro.

Segundo a assessoria de imprensa do teatro, o espaço será fechado com a finalidade de diminuir os custos do Grupo Silvio Santos. O Centro Cultural Grupo Silvio Santos tem como seus mantenedores as empresas do grupo - um dos principais patrocinadores sempre foi o Banco PanAmericano. O teatro fica localizado no térreo da Rua Jaceguai, 400, que era a sede do Grupo Silvio Santos até Silvio mandar transferir parte da estrutura para dentro do SBT.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A PEC do Peluso

finalmente, li o parecer da comissão mista sobre a PRC (proposta de remenda constitucional) do peluso. vamos aos comentários, conforme alguns pediram. extra, extra! você leu aqui primeiro!

de acordo com pesquisas da FGV-RJ e do CNJ, o setor público atua como parte em 76,85% das causas no país, figurando no polo passivo em 69% dos casos, e sendo, portanto, o principal causador do inchaço nas causas em curso em todas as instâncias. o poder público é parte em 90% dos casos que tramitam no supremo.

gilson dipp e lewandowski argumentam que o aumento de HCs é o principal causador da morosidade. no entanto, além de terem rito célere, essas ações sequer figuram nos estudos citados como fatores preponderantes para o número excessivo de causas.

outro ponto importante: a taxa de reforma das decisões de 2º grau. nossos tribunais não são qualificados o suficiente. o TJPB tem quase 50% de suas decisões reformadas (isso dentre os estados que divulgam esse índice). na justiça do trabalho (apesar de o recurso de revista ter sido esquecido na mirabolante PEC), o TRT-ES lidera com 47,6% de decisões reformadas! impressionante...

já se afasta, assim, a "inverídica, mas comum, afirmação de existência de muitos recursos, quantitativamente, no processo judicial brasileiro".

o parecer critica a falta de qualidade do serviço público, que não tem, por exemplo, organizações educacionais de preparo e reciclagem para todas as categorias, bem como a atuação do legislativo: "(...) é essa ineficiente e deficiente estrutura de prestação de serviços públicos administrativos e privados oferecidos à população; a emaranhada, complexa e tumultuada legislação produzida pelo Poder Legislativo, de atuação política e não técnica, são alguns dos fatores que necessitam ser modificados, e não atribuir à enorme quantidade de recursos interpostos a razão para a morosidade da justiça". muito bom.

depois, por motivos de lógica jurídica, chega-se à conclusão de que a PEC ignora a taxa de reforma das decisões reformadas. ademais, comenta-se a questão principiológica básica esquecida pela emenda: não há que se falar em "coisa julgada" quando houver recurso pendente.

a inverídica construção de que a existência de muitos recursos atrasa a justiça brasileira motiva péssimas ideias, como a extinção dos embargos infringentes, um dos recursos mais justos de nosso sistema, no projeto do novo código civil. genial!

alguns casos emblemáticos são citados. vou destacar um, que vi em um caso dias no trabalho: a decisão sobre a necessidade de intimação da parte vencida para cumprimento da sentença, para apuração do momento de incidência da multa do 475-J, está sobrestada no TJRJ, aguardando decisão do STJ sob o rito dos recursos repetitivos. se a PEC existisse, a jurisprudência não iria ser uniformizada e veríamos um festival de decisões conflitantes sendo anuladas anos depois...

por esses e outros motivos, essa PEC não é ruim apenas para os advogados, mas sim para qualquer pessoa que entre em juízo.

recomendo a todos a leitura.

sábado, 28 de maio de 2011

A banda mais trololó da cidade

Não se tem falado em outra coisa senão na Banda Mais Bonita da Cidade e seu hit Oração. Ou melhor, tem sim. Outro assunto em evidência são as paródias e sátiras do grande mantra que está no topo das paradas internéticas.

Nós do blog Transcendentes resolvemos dar nossa contribuição cultural, fazendo uma mistura de estilos: pegamos o Trololó do genial cantor soviético Eduard Khil e acrescentamos a ele um toque de indie da banda curitibana.

Acho que ficou razoável. Ou não.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Da imoralidade de se vender um presente cobiçado ganho num concurso. Ou não.

Em agosto de 2009, Rubens Barrichello, para comemorar 100.000 seguidores no Twitter decidiu fazer um concurso e premiar um dos seguidores com um capacete de corrida usado por ele e autografado. O concurso foi o seguinte:

Tire uma foto criativa mostrando porque você merece ganhar o capacete autografado dele! Depois, poste no Twitpic. Se você não tem uma conta no Twitpic, basta entrar no site, colocar o seu apelido do twitter e também a senha que você usa lá. Depois é só clicar em “upload foto”.

Na legenda, escreva uma mensagem, começando com @rubarrichello – pronto você está participando.


Descobriu-se, agora, que a vencedora do concurso, Marina Costa, pôs o capacete à venda em leilão no Mercado Livre, por R$ 49.000 reais.




O polêmico jornalista de Fórmula 1 Flavio Gomes publicou o seguinte em seu blog:

A mina participa de uma promoção do Barrichello no Twitter, ganha um capacete original do piloto e… coloca à venda. OK, ninguém é obrigado a guardar nada, nem presente. Se precisar, vende. Mas essas coisas me parecem muito oportunistas. Pô, o cara se dá o trabalho de fazer uma promoção com milhares de pessoas participando, autografa o capacete, envia para o suposto fã (ou suposta, no caso), e o sujeito/sujeita nem recebeu e já coloca pra vender?

Mas engraçado mesmo é o preço. A mina pede 49 mil reais no Mercado Livre! Me diga uma coisa, cara vendedora… O capacete em questão pertenceu a qual campeão do mundo, mesmo? Foi usado em qual corrida histórica, mesmo?

Só rindo, mesmo.


Muita gente, comentando no blog do Flavio Gomes, concordou com ele, muitos discordaram. Discutem se é imoral ou não, se é ou não filhadaputagem vender um presente, sabendo que milhares de pessoas disputaram para ganhá-lo, e muitos, talvez, fossem mais "merecedores" do que ela - "merecedores" no sentido de serem mais fãs do piloto e de corridas do que a vencedora.

O anúncio no Mercado Livre foi trollado e ofertas falsas foram feitas, inflando o valor do capacete. Além disso, o anunciante (que é na verdade o namorado da tal Marina) está trocando farpas com pessoas revoltadas que postaram perguntas no anúncio.



Eu estou do lado dos que acham que ela fez bobagem em vender. Vender soou como sacanagem, principalmente aos que perderam o capacete no concurso e sobretudo em razão do valor pedido. Dá toda pinta de filhadaputagem. Mas ilegal não é.

Só que anunciar Mercado Livre, e por R$ 49.000,00 de cara, é um baita erro. Ainda mais depois do caso do blog da Bethânia, que fez todo mundo de repente se tornar expert em enriquecimento ilícito.

Existem colecionadores no mundo inteiro dispostos a pagar bem por este capacete, não deve ser difícil encontrá-los. Coitada, fez tudo errado.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Por que assistir ao Programa Silvio Santos?



Eu não sei como alguém pode não assistir ao Silvio Santos, considerando que ele está com 80 anos e chegando ao ocaso de sua carreira.

Logo, para os curiosos, jovens, idosos e fãs, são estes (duro dizer, mas é verdade) os últimos momentos de um mito, uma lenda viva da televisão.

Com todos os seus erros e defeitos, não estando mais na sua melhor forma, mas ainda com o raciocínio ágil de sempre, não ver Silvio Santos significa perder as últimas oportunidades de ver um gênio em ação.

Um cara que com um programa que está gravado há bem mais de três meses consegue dar o mesmo ibope de um jornalístico quente da Globo e da Record, estes ao vivo e produzidos com alto orçamento durante a semana.

Crescemos com ele, convivemos com sua risada, com seus gestos, suas frases. Podemos até mudar de canal durante um domingo, mas sabemos que, se quisermos, ele vai estar lá, animando e divertindo, como um porto seguro.

Assim como a casa da nossa mãe, ele está à nossa espera para o dia que quisermos entrar e aconchegar. Sem pedir licença.

Mas assim como não são eternos nossos papais e mamães, Silvio também não é.

Um dia vamos ligar a televisão, procurar canal por canal, e sua voz, seu microfone e seu auditório não estarão mais lá. Apenas nossa memória vai ser capaz de nos fazer lembrar do homem que colocou o domingo no calendário da televisão.

Torço para que ele esteja firme e forte em 2012, quando o Programa Silvio Santos completará 50 anos de existência.

Então assistam enquanto é tempo. Não me venham falar em ver Silvio no YouTube. Vê-lo na televisão é só agora

Assistam com o espírito leve, disposto a se divertir, a sorrir. Depois poderão contar aos filhos e aos netos: "meninos, eu vi".




Créditos da imagem: http://teletube.wordpress.com/2008/07/04/arte-poparte-pobre/

domingo, 23 de janeiro de 2011

Juventus prepara festa para estreia em casa no Paulistão

Mosso blog Manto Juventino orgulhosamente está apoiando o evento que será realizado na Rua Javari no dia da estreia do Moleque Travesso na Série A3 (sábado, 5 de fevereiro), com uma partida preliminar entre amigos do Ataliba e amigos do Paulo Sérgio, que será narrada por Domenico Gatto e Portuga, do programa Estádio 97. Depois, o jogo entre Juventus e Velo Clube, às 16h.

36 torcedores dentre os que comprarem ingressos antecipados serão sorteados para participar (sim, jogar) a preliminar.

Antes do jogo, o elenco e o uniforme serão apresentados à torcida presente no Estádio Conde Rodolfo Crespi.

Ingressos custarão R$ 10,00, mais um quilo de alimento, que será doado às vítimas das enchentes, e estarão à venda na sede social do Juventus, na Rua Comendador Roberto Ugolini, 20.


clique na imagem para vê-la ampliada e em boa resolução

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O primeiro patrocínio a gente nunca esquece

A revista Placar deste mês trouxe uma tabela mostrando qual foi o primeiro patrocínio (e o respectivo ano) de alguns clubes de futebol europeus. Reproduzo abaixo:

Clube

Patrocinador

Ano

Paris Saint Germain (FRA)

Canada Dry

1973

Bayern Munique (ALE)

Magirus Deutz

1978

Schalke 04 (ALE)

Deutsche Krebshilfe

1978

Liverpool (ING)

Hitachi

1979

Internazionale (ITA)

Inno Hit

1981

Milan (ITA)

Pooh Jeans

1981

Roma (ITA)

Barilla

1981

Arsenal (ING)

JVC

1981

Manchester United (ING)

Sharp

1982

PSV (HOL)

Philips

1982

Real Madrid (ESP)

Zanussi

1982

Chelsea (ING)

Gulf Air

1983

Porto (POR)

Revigrès

1983

Benfica (POR)

Shell

1984

Juventus (ITA)

Ariston

1985

Valencia (ESP)

Caja de Ahorros de Valencia

1985

Barcelona (ESP)

Qatar Foundation

2011







Legal, né?

E no Brasil? Por aqui, os patrocínios só foram permitidos pelo Conselho Nacional de Desportos a partir de 1982, inicialmente somente nas costas, diferentemente da Europa, onde a publicidade nos uniformes já era aceita nos anos 70.

Mas quais foram os primeiros patrocinadores dos principais times brasileiros?

Com a ajuda do livro A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil, de Paulo Gini e Rodolfo Rodrigues, descobrimos as respostas:

Clube

Patrocinador

Ano

Atlético (MG)

Credireal

1982

Botafogo (RJ)

Atlantic

1985

Corinthians (SP)

Bom Bril*

1982

Cruzeiro (MG)

Medradão

1984

Flamengo (RJ)

Lubrax

1984

Fluminense (RJ)

Mondaine

1984

Grêmio (RS)

Olympikus**

1982

Internacional (RS)

Aplub

1983

Palmeiras (SP)

Bandeirante Seguros

1983

Santos (SP)

Casas Bahia

1983

São Paulo (SP)

Cofap

1982

Vasco (RJ)

Bandeirante Seguros

1983


*em 1982 o Corinthians estampou também em sua camisa a mensagem "Democracia Corinthiana", em referência ao movimento democrático que havia entre os jogadores, comissão técnica e diretoria.

**a Olympíkus era a fabricante do uniforme e estampava sua marca nas costas. Não sei se era um patrocínio legítimo. A próxima marca a aparecer na camisa seria a Coca-Cola, em 1987.





O primeiro patrocinador do meu time, o Clube Atlético Juventus, foi o Cartelão de Ouro, em 1984.

E do seu time? Você lembra? Conta aí para nós.

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